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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Cientistas criam árvores geneticamente modificadas para combater o aquecimento global

Pesquisadores do Lawrence Berkeley National Laboratory e do Oak Ridge National Laboratory acreditam que árvores e plantas geneticamente modificadas poderiam combater o aquecimento global.
Segundo os cientistas, florestas dessas árvores poderiam remover bilhões de toneladas de carbono da atmosfera anualmente, ajudando a combater a enorme quantidade de emissões que os humanos causam.
Basicamente, os pesquisadores planejam aumentar a capacidade já natural das plantas de capturar dióxido de carbono e transformá-lo em outros tipos de carbono. Mas alterar geneticamente as plantas para que elas absorvam mais dióxido não é a única coisa que eles planejam fazer. As plantas depositariam o excesso de carbono do solo, deixando a substância “longe” do ar por séculos.
Além disso as plantas seriam mais resistentes e a produção de alimentos seria maior. Em teoria é uma boa idéia, já que produziríamos mais comida a “um custo ambiental” menor. Mas as conseqüências seriam as mesmas do que as apresentadas por qualquer outro vegetal transgênico: não sabemos se as próprias plantas não causariam outro tipo de impacto ambiental ou o impacto que a ingestão desses alimentos teria na nossa saúde.

Plantas têm memória!

Investigadores descobriram que as plantas são capazes de “lembrar” e “reagir” à informação contida na luz.
Elas transmitem informações sobre a intensidade e qualidade da luz de folha em folha de uma forma muito semelhante ao nosso sistema nervoso. Estes “sinais eletro-químicos” são conduzidos por células que atuam como “nervos” nas plantas.
Os pesquisadores usaram imagens de fluorescência para ver como as plantas respondiam. A luz que brilhou sobre uma folha causou que a planta inteira respondesse. E a resposta, que assumiu a forma de reações químicas induzidas pela luz nas folhas, continuou no escuro – ou seja, a planta se “lembrou” da informação codificada na luz.
O que foi ainda mais peculiar é que a reação das plantas mudou conforme a cor da luz que as atingiu. Os pesquisadores suspeitam que as plantas possam usar a informação codificada em função de estimular reações químicas de proteção, já que o efeito de diferentes cores de luz afetou a imunidade das plantas a doenças.
Quando se brilhava uma luz na planta por uma hora e as infectava com um vírus ou bactérias 24 horas depois, a planta resistia à infecção. Mas quando a planta era infectada antes de brilhar a luz, ela não conseguia construir a resistência.
Ou seja, os cientistas afirmam que a planta tem uma memória específica para a luz que constrói a sua imunidade contra patogenias, e ela pode adaptar essa memória a diferentes condições de luz, afinal cada dia ou semana de uma temporada tem uma “qualidade de luz” característica.
Os pesquisadores dizem que isso pode ser considerado uma forma de
inteligência.

As belas e esfomeadas plantas carnívoras

Não são apenas os animais que se alimentam de plantas: algumas vezes são os bichos que viram a “salada” delas.
Embora haja descrições de plantas se alimentando de humanos, até hoje não encontramos nenhum vegetal que tenha realmente digerido uma pessoa – então aquelas enormes plantas carnívoras prontas para te mastigar são um mito.
Mas não se iluda. Algumas plantas estão longe de serem inofensivas e não se alimentam apenas de insetos, mas de animais maiores.

Uma das mais conhecidas é a chamada “Armadilha de Vênus” (acima), que vive em áreas úmidas e em pântanos, se alimentando de pequenos insetos. Algumas pessoas até as adotam como “plantinhas de estimação” e caçam formigas para alimentá-la. O mais incrível sobre essa planta não é a sua aparência, mas seu mecanismo. Qualquer bichinho que fique preso entre suas “mandíbulas” acaba preso em uma armadilha similar às usadas para prender patas de ursos e outros grandes animais. Depois as folhas se fecham e viram um estômago, borbulhante de enzimas que digerem sua presa.



As plantas “de jarro” usam uma técnica mais simples – elas atraem suas presas usando um perfume irresistível. Quando os bichinhos, encantados com o maravilhoso cheiro, se aproximam, eles caem dentro dela e não conseguem mais sair, sendo digeridos pela belíssima assassina. Esse tipo de planta aparece em todos os tamanhos e as maiores não atraem apenas insetos, como se alimentam de ratos e de pequenos lagartos.

Essa variedade acima de planta de jarro é conhecida como “lírio cobra”, por seu formato peculiar. Ao contrário de suas companheiras, ela não consegue digerir seus lanches sozinha, pois não têm as enzimas necessárias. Bactérias em seu interior fazem o “trabalho sujo” enquanto ela aproveita os nutrientes já processados por elas.



A linda planta orvalho (acima) possui outro mecanismo para fazer com que suas presas fiquem grudadas nela tempo suficiente para serem digeridas. Suas folhas são cobertas de pequenos pêlos que, por sua vez, são cobertos de uma espécie de cola muito poderosa. Quando um inseto inocente fica preso nela a planta se contrai mais ainda, fazendo com que mais pêlos cheios de cola entrem em contato com o bicho, tornando a fuga impossível.


A kudzu (ou kudzilla, como é conhecida entre os americanos) é uma planta nativa do Japão e ela não é carnívora. Mas achamos que ela merecia uma menção honrosa.
Em 1870, aproximadamente, era usada para fabricar chá, papel, gelatina, tinta e mais uma pá de outras coisas. Os EUA, interessados no potencial comercial de tal maravilha, importaram alguns exemplares. Mal sabiam o que estava prestes a acontecer.
Atualmente uma boa parte do sudeste dos EUA está coberto (isso mesmo, coberto – veja as fotos) por kudzu. Essa planta feroz não só cresce sobre as estruturas, como uma trepadeira comum, mas destrói tudo o que estiver em seu caminho, estrangulando tudo em seu caminho.

A estranha beleza de flores mutantes.

Se você deu flores para sua namorada no último dia 12, sabe que é uma forma garantida de agradar mulheres. Mas a verdade é que, dificilmente, as rosas ou as orquídeas que você comprou se comparam com essas flores mutantes.
É difícil vermos flores que fujam do “padrão” por aí, mas imperfeições genéticas também podem acontecer no reino vegetal. E, quando acontecem, os resultados são minimamente inusitados.
As flores a seguir se desenvolveram de forma diferente, adotando formatos e cores muito singulares, completamente únicas. Às vezes, até mesmo, lembrando coisas que não existem no reino vegetal:
A magnólia abaixo parece até uma cabeça de galinha!
Algumas vezes as flores nascem com duas “cabeças” – ainda não é possível explicar, exatamente, porque isso acontece, mas quando ocorre vemos flores multicoloridas, já que os pigmentos não conseguem se espalhar igualmente por todas as pétalas.
Ocasionalmente, no florescer, o miolo acaba indo para o outro lado das pétalas
Ou então o miolo torna-se duplo, com outro formato, causando a impressão de que essas margaridas são, na verdade, duas bocas.
Talvez os mais puristas não apreciem essas flores, mas elas com certeza têm a sua beleza, graças ao elemento surpresa.